domingo, 26 de junho de 2011
La bonne soirée
olha, fiz o maior e mais engraçado post (chapado) e perdi por causa da porra da internet e do meu internet explorer desse maldito computador. nao vai dar pra escrever de novo, é muita frustraçao.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Jean-Baptiste
Oi, meu nome é Tom e eu acabo de levar meu primeiro fora em francês.
Daih que hoje me encontrei com o Jean-Baptiste, aquele que conheci na parada, pegay na balada e ficamos nos falando por sms. Ele é de fato um amor e divertido e entendia perfeitamente a porra do meu frances e eu, romantico que sou, ja sonhava com véu e grinalda e Green Card.
Bebemos um pouco num bar, amorzinhos se pegandinho, e jantamos e depois fomos pro quais do Rhone (a beira do rio Rhone) e ele me disse que eu era novo demais pra ele.
Ele tem 28, mas ate aih né gente, quando eu tinha 15 meu namorado tinha 24. Ate ja tinha contado isso pra ele, antes mesmo do fora, ele ficou realmente chocado.
Mas ele foi o tempo todo fofo, disse que era a primeira vez que ele marcava um encontro com alguem mais novo e tudo... Esperou o onibus comigo, nos beijamos, depois me mandou uma mensagem querida e quase romantica de despedida.
é claro que nao to pulando de felicidade, mas tampouco sofrendo. Mas uma coisa eu curti muito e, pelo pouco que ja entendo da francesada, é que eles sao mesmo muito sinceros e diretos. Tipo, ok, novo ou nao, ele poderia ficar simplesmente me pegando e curtindo a pira - o que alias eu tinha sutilmente sugerido. Mas nao, pegar por pegar pra que se de cara ele sabe que nao é o que ele quer, nao é mesmo?
Mas vamo pra proxima porque, enquanto a gente tava no bar, eu flertava disfarçadamente com o Gato (G maiusculo mesmo) que trabalhava la. A França ainda tem muito o que oferecer...
Daih que hoje me encontrei com o Jean-Baptiste, aquele que conheci na parada, pegay na balada e ficamos nos falando por sms. Ele é de fato um amor e divertido e entendia perfeitamente a porra do meu frances e eu, romantico que sou, ja sonhava com véu e grinalda e Green Card.
Bebemos um pouco num bar, amorzinhos se pegandinho, e jantamos e depois fomos pro quais do Rhone (a beira do rio Rhone) e ele me disse que eu era novo demais pra ele.
Ele tem 28, mas ate aih né gente, quando eu tinha 15 meu namorado tinha 24. Ate ja tinha contado isso pra ele, antes mesmo do fora, ele ficou realmente chocado.
Mas ele foi o tempo todo fofo, disse que era a primeira vez que ele marcava um encontro com alguem mais novo e tudo... Esperou o onibus comigo, nos beijamos, depois me mandou uma mensagem querida e quase romantica de despedida.
é claro que nao to pulando de felicidade, mas tampouco sofrendo. Mas uma coisa eu curti muito e, pelo pouco que ja entendo da francesada, é que eles sao mesmo muito sinceros e diretos. Tipo, ok, novo ou nao, ele poderia ficar simplesmente me pegando e curtindo a pira - o que alias eu tinha sutilmente sugerido. Mas nao, pegar por pegar pra que se de cara ele sabe que nao é o que ele quer, nao é mesmo?
Mas vamo pra proxima porque, enquanto a gente tava no bar, eu flertava disfarçadamente com o Gato (G maiusculo mesmo) que trabalhava la. A França ainda tem muito o que oferecer...
segunda-feira, 20 de junho de 2011
...
Nao tenho nenhuma novidade, mas to com tanta vontade de dizer o quanto a França faz bem pra minha auto-estima *.* Sim, ainda to falando da noite sabado-domingo. Mas hoje me achei o dia todo tao mais bonito e inteligente...
Continuo falando com o Jean-Baptiste por sms, nos veremos 4ª. Porque amanha é a Fete de la Musique na França e eu espero muito ter mais coisas (sexuais) pra contar!
Continuo falando com o Jean-Baptiste por sms, nos veremos 4ª. Porque amanha é a Fete de la Musique na França e eu espero muito ter mais coisas (sexuais) pra contar!
domingo, 19 de junho de 2011
A parada
Ontem foi meu dia de sorte, ou, como costumo chama-lo, O Dia em Que Minha Sorte Mudou na França.
Tudo começou com o almoço na casa do Lucas. Lucas é o pia brasileiro que to pegando eventualmente. A gente se conheceu na Aliança Francesa e quando finalmente saimos vimos, ou pelo menos eu vi, que a gente se identificava com (quase) tudo do que falavamos. Nos pegamos e foi massa e depois um dia na balada ele pegou um venezuelano camarao, tambem da AF, na minha frente e eu fiquei puto e fui pro dark room e chupei uns 7 paus. Depois saimos de novo pra beber no quais (a beira do rio) e bebemos e bebemos e acabamos nos pegando e acho que vai ser assim a nossa relaçao e ta otimo porque eu curto pega-lo mas quero pegar N pessoas néam.
Aih que fomos pra Parada Gay e umas cinco rachas elogiaram e puxaram meu suspensorio cores de arco-iris, unico e londrino, beijos. Um cara do carro que vendia souvenirs da parada passando me pediu um beijo e, como esses momentos com franceses sao tao raros, nao ia falar "nao" neh? Depois teve um outro que tava ao celular e na Parada foi soh isso. Alias, vale contar um detalhe: uns caras tinham tipo uma barraca e entregavam e explicavam coisas, das quais nao faço ideia. O importante foi que fiquei olhando pra um deles, muito fofo, que me perguntou tipo "pois nao?" ao que respondi: soh to te olhando. Ele ficou envergonhadinho e conversamos sobre aonde iamos a noite e nao iamos ao mesmo lugar e ele se chamava Jean Baptiste. Gravem.
Lucas foi pra casa com o venezuelano, de novo, e eu fiquei puto de novo e fui pro Quais esperar uma amiga. Continuamos bebendo ali ate bem tarde e, quando minha amiga saiu e eu fiquei esperando outros amigos, um franco-arabe veio me dizer que curtia homem tambem e me ofereceu carona com os dois amigos dele. Ate deu uma vontadinha por causa da fama sexual dos arabes, mas MEDO de ser destroçado por tres homens provavelmente grandes e famintos.
Amigos chegaram, fomos pra Pinks, onde teria a festa oficial da parada. Assim que cheguei ganhei whisky com coca de um franco-indiano. Ele era meio velho e nao era gaato, mas mais do que o normal pra indianos, e eu logo o peguei. Mais tarde, tentaria fazer a linha banheirao com ele, ao que seu pinto nao responderia. Depois ele me pagou outra bebida.
Depois quem eu encontro? Jean-Baptiste. Aquele da parada. Superchavequei e bebaço dizia pra ele que eu era o amor da vida dele e ele disse que tinha ido la pra me encontrar. E foi superfofo e me pagou uma bebida e beijava bem, mas foi embora cedo. Me chamou pra ir dormir na casa dele e eu disse que, oh, nao ia pra casa de ninguem no primeiro encontro e e ele achou o maximo. Pegou meu numero e infelizmente esqueci de pegar o dele ou anotei errado e ate agora nao achei no meu celular. Meus amigos foram embora, mas eu fiquei porque precisava esperar o transporte.
Bom, depois no fumodromo, uma caixa fazedora fazedora de cancer, peguei um descamisado camarao, de cujo corpo me aproveitei apalpando, e ele me pagou uma bebida e depois novamente no fumodromo, ainda ficando com ele, comecei a conversar desinteressadamente com um pia, Timothé, tambem conhecido como O Pia Mais Fofo e Um Dos Mais Bonitos da França. Eu disse desinteressadamente porque eu nao achava MESMO que ia pega-lo, mas adivinha: peguei. O bofe anterior vazou do fumodromo enquanto eu me rendia aos encantos de Timothé, cujo apelido eu entendi que era Tom também, mas que agora to achando que era Tim. Ele é de Grenoble, uma cidade a uns 50km de Lyon. Se ofereceu pra vir pra minha casa e, eu, que nao vou pra casa de ninguem no primeiro encontro, concordei saltitante. Chegamos em casa, 7h da matina, fumamos um e fomos pra cama e ele foi bastante insistente mas meu pau nao subiu e eu vou colocar sim a culpa no alcool. Tanto que quando acordamos, meio-dia, porque ele precisava ir embora, começamos a nos pegar e voces-nao-vao-acreditar: comi!!! Aih peguei o numero dele e ele foi. Voltei a dormir, levantei 5 da tarde. To podre, morto. E feliz, acreditando que é a fase das vacas gordas na França. Tambem to tomando coragem pra começar a mandar curriculos.
Tudo começou com o almoço na casa do Lucas. Lucas é o pia brasileiro que to pegando eventualmente. A gente se conheceu na Aliança Francesa e quando finalmente saimos vimos, ou pelo menos eu vi, que a gente se identificava com (quase) tudo do que falavamos. Nos pegamos e foi massa e depois um dia na balada ele pegou um venezuelano camarao, tambem da AF, na minha frente e eu fiquei puto e fui pro dark room e chupei uns 7 paus. Depois saimos de novo pra beber no quais (a beira do rio) e bebemos e bebemos e acabamos nos pegando e acho que vai ser assim a nossa relaçao e ta otimo porque eu curto pega-lo mas quero pegar N pessoas néam.
Aih que fomos pra Parada Gay e umas cinco rachas elogiaram e puxaram meu suspensorio cores de arco-iris, unico e londrino, beijos. Um cara do carro que vendia souvenirs da parada passando me pediu um beijo e, como esses momentos com franceses sao tao raros, nao ia falar "nao" neh? Depois teve um outro que tava ao celular e na Parada foi soh isso. Alias, vale contar um detalhe: uns caras tinham tipo uma barraca e entregavam e explicavam coisas, das quais nao faço ideia. O importante foi que fiquei olhando pra um deles, muito fofo, que me perguntou tipo "pois nao?" ao que respondi: soh to te olhando. Ele ficou envergonhadinho e conversamos sobre aonde iamos a noite e nao iamos ao mesmo lugar e ele se chamava Jean Baptiste. Gravem.
Lucas foi pra casa com o venezuelano, de novo, e eu fiquei puto de novo e fui pro Quais esperar uma amiga. Continuamos bebendo ali ate bem tarde e, quando minha amiga saiu e eu fiquei esperando outros amigos, um franco-arabe veio me dizer que curtia homem tambem e me ofereceu carona com os dois amigos dele. Ate deu uma vontadinha por causa da fama sexual dos arabes, mas MEDO de ser destroçado por tres homens provavelmente grandes e famintos.
Amigos chegaram, fomos pra Pinks, onde teria a festa oficial da parada. Assim que cheguei ganhei whisky com coca de um franco-indiano. Ele era meio velho e nao era gaato, mas mais do que o normal pra indianos, e eu logo o peguei. Mais tarde, tentaria fazer a linha banheirao com ele, ao que seu pinto nao responderia. Depois ele me pagou outra bebida.
Depois quem eu encontro? Jean-Baptiste. Aquele da parada. Superchavequei e bebaço dizia pra ele que eu era o amor da vida dele e ele disse que tinha ido la pra me encontrar. E foi superfofo e me pagou uma bebida e beijava bem, mas foi embora cedo. Me chamou pra ir dormir na casa dele e eu disse que, oh, nao ia pra casa de ninguem no primeiro encontro e e ele achou o maximo. Pegou meu numero e infelizmente esqueci de pegar o dele ou anotei errado e ate agora nao achei no meu celular. Meus amigos foram embora, mas eu fiquei porque precisava esperar o transporte.
Bom, depois no fumodromo, uma caixa fazedora fazedora de cancer, peguei um descamisado camarao, de cujo corpo me aproveitei apalpando, e ele me pagou uma bebida e depois novamente no fumodromo, ainda ficando com ele, comecei a conversar desinteressadamente com um pia, Timothé, tambem conhecido como O Pia Mais Fofo e Um Dos Mais Bonitos da França. Eu disse desinteressadamente porque eu nao achava MESMO que ia pega-lo, mas adivinha: peguei. O bofe anterior vazou do fumodromo enquanto eu me rendia aos encantos de Timothé, cujo apelido eu entendi que era Tom também, mas que agora to achando que era Tim. Ele é de Grenoble, uma cidade a uns 50km de Lyon. Se ofereceu pra vir pra minha casa e, eu, que nao vou pra casa de ninguem no primeiro encontro, concordei saltitante. Chegamos em casa, 7h da matina, fumamos um e fomos pra cama e ele foi bastante insistente mas meu pau nao subiu e eu vou colocar sim a culpa no alcool. Tanto que quando acordamos, meio-dia, porque ele precisava ir embora, começamos a nos pegar e voces-nao-vao-acreditar: comi!!! Aih peguei o numero dele e ele foi. Voltei a dormir, levantei 5 da tarde. To podre, morto. E feliz, acreditando que é a fase das vacas gordas na França. Tambem to tomando coragem pra começar a mandar curriculos.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Londres
Quando eu de fato nao tinha nada pra contar acho que os posts eram mais engraçados. Agora que tenho algo pra contar, eu simplesmente conto, acho que perdi o jeito...
Bom, chegamos em Londres e camelamos de mochila ate encontrar o albergue que, no fim das contas, ficava num lugar chamado Notting Hill (rah!)
Reservamos um hostel que achamos por 11 libras. Assim, certamente nao era dos melhores, mas o pior mesmo era o staff. Os dois funcionarios legais tinham cara de triste.
O que chama a atençao de cara em Londres é a cosmopolitice. Voce ouve todas as linguas do mundo na rua, voce ve guardas com turbante e indianas tipicamente trajadas no caixa do supermercado.
A cidade é moderna e grande - desta vez, com cara de cidade grande mesmo - mas voce percebe a pompa da monarquia por toda parte. Enquanto faziamos o Free Tour vimos o transito parar porque passavam tres carruagens pomposissimas, com aqueles guardas de vermelho, com um chapeu preto gigante de plumas estilo cabelo da Marge Simpson, indo pro Palacio de Buckingham onde mora a rainha. O guia disse que eram provavelmente membros da familia real. Vimos tambem a ritualistica troca da guarda (aqueles guardinhas-estatua, com uma arma de cem quilos no braço) na frente da mansao do principe just-married. Tem uma rua com trafego normal com tres portoes imensos. O do meio, o maior, fica fechado e por ele soh passa a rainha ou convidados da mesma. E a rua é vermelha, pra simbolizar um tapete de mesma cor. Quer dizer...
Tem as cabines telefonicas vermelhinhas, de dezenas e dezenas de anos, e os onibus vermelhos charmosos e enfim, é uma pira.
Bom, fizemos os pontos turisticos convencionais e é tudo lindo, mas né, sao soh os pontos turisticos. Alem destes, passamos quase um dia todo em Camden Town, tambem conhecido como O Lugar Mais Criativo do Mundo. Tipo, é uma grande regiao de lojas e mercados e feiras e voce pode comer qualquer coisa e fazer um novo guarda-roupa de qualquer uma das, pelo menos, ultimas 9 décadas e, quem sabe, ate das proximas duas. Nao da pra explicar e nao tiramos muitas fotos pq tava uma garoinha constante, entao a dica é: se programem pra irem la um dia na vida. Eu me apaixonei por um casaco, com corte de sobre-quase-tudo de veludo vermelho, que experimentei por puro masoquismo, e que me faria pegar qualquer homem da face da terra no proximo inverno. Mas custava 145 libras e, embora ele com certeza valha muitooo mais do que isso, e embora eu tenha ficado 15 minutos em frente ao espelho cogitando, tive de manter os pes no chao, lembrando que ainda voltaria e precisaria viver na França mais uns meses.
Conhecemos tambem de diferente Brick Lane, uma rua numa regiao onde quase soh se veem asiaticos - exceto na propria rua. Ela eh cheia de restaurantes e bares e neon e gente deshcolada e bonita. Fomos tambem na Abbey Road, onde necessariamente fica-se idiotamente atravessando sobre a faixa de pedestres pra tirar a tal foto. Detalhe: sempre tem varias outras pessoas (embora nao seja um inferno de turistada) e a rua tem um super trafego e sequer rola sinal de pedestre. Os ingleses, gentis que sao, é que esperam na boa vontade.
Por falar em gentileza, n'os, saidos de Curitiba e morando na França, ficamos perdidamente apaixonados pelos ingleses ou, pelo menos, os habitantes de Londres - ja que é muito dificil saber quem realmente é de la. Eles sao gentis, atenciosos e prestativos, nunca nos colocando na nossa devida posiçao de turista de merda.
Bom, enfim, a noite em Londres....
Primeira noite fomos ao Soho. As meninas evidentemente nao gostaram porque esperavam uma mistura maior de pessoas e lugares, mas na real é uma regiao realmente gay. Eu super percebi o potencial daquela regiao, sem duvida uma das melhores de Londres, mas é bem aquilo que ouviria mais tarde de um venezuelano gay que mora la: se vc quer ferver, nao saia de ferias com mulher.
Entramos num pub hetero podre, que felizmente fechou a meia-noite. Fomos a uma busca desenfreada por um lugar com cara de legal, achamos um com essa cara, que custava 8 libras soh pra sorrir, arriscamos e acertamos. Tocava jazz, rock e pop e 8 em cada 10 homens eram gatos. Os outros 2 eram deuses. Falamos com N pessoas, ganhamos uns pedacinhos de haxixe - que fumariamos ate o fim da viagem esperando ter uma onda que nunca veio - e voltamos. Lembrei: deslocar-se em Londres é incrivelmente caro, mas absurdamente facil, mesmo de onibus. Em seis dias gastamos 20 libras, economizando, procurando sempre pegar onibus em vez de metro. Mas tinha um passe livre pras zonas 1 e 2 que custava 25 libras pra uma semana. Em Lyon gastamos 25 euros pra um mes inteiro, sendo estudantes.
Voltando à noite... Na outra fomos a um pub em Camden Town, que tinha musica ao vivo e boa, mas nada excepcional. Na outra fomos a uma balada gay que ficava quase na Zona 2, num lugar nao muito assim, bonito e adivinhem: eu tinha olhado o dia errado da balada que me haviam recomendado. Aih entramos em outra que tinha la, que nao pagava pra entrar. Quando colocamos o pe la dentro pensamos que tinhamos tido sorte por ter conseguido entrar sem ser careca. Era uma balada gay bem clichezona mesmo e bebi pra caralho quando vi que seria dificil pegar alguem e quando azamiga começavam a ficar com cara de coo. Alias, foi bem nessa que conheci o tal sabio venezuelano. Enfim, fato é que encontrei um cara bem louco no banheiro e entramos no box e ficamos nos amassos e chups. Ele era muito gostoso, alem de ser dois fetiches ao mesmo tempo (ruivo e ingles) mas antes que me perguntem, nao lembro da cor dos pelos pubianos do rapaz. Depois gostei dessa ideia e ainda voltei la e fiz a mesma coisa com outros dois, mas nada de que me orgulhe a ponto de detalhar.
Outras duas noites foram bebendo no hostel e conhecendo os hospedes-moradores-loucos de la mesmo.
Embora nao tenhamos vivenciado bem a noite louca que Londres certamente tem pra oferecer, por todo o resto, hoje eu resumiria esse post em uma palavra: o que que eu vou ter que inventar quando voltar pro Brasil pra ir morar em Londres??
Bom, chegamos em Londres e camelamos de mochila ate encontrar o albergue que, no fim das contas, ficava num lugar chamado Notting Hill (rah!)
Reservamos um hostel que achamos por 11 libras. Assim, certamente nao era dos melhores, mas o pior mesmo era o staff. Os dois funcionarios legais tinham cara de triste.
O que chama a atençao de cara em Londres é a cosmopolitice. Voce ouve todas as linguas do mundo na rua, voce ve guardas com turbante e indianas tipicamente trajadas no caixa do supermercado.
A cidade é moderna e grande - desta vez, com cara de cidade grande mesmo - mas voce percebe a pompa da monarquia por toda parte. Enquanto faziamos o Free Tour vimos o transito parar porque passavam tres carruagens pomposissimas, com aqueles guardas de vermelho, com um chapeu preto gigante de plumas estilo cabelo da Marge Simpson, indo pro Palacio de Buckingham onde mora a rainha. O guia disse que eram provavelmente membros da familia real. Vimos tambem a ritualistica troca da guarda (aqueles guardinhas-estatua, com uma arma de cem quilos no braço) na frente da mansao do principe just-married. Tem uma rua com trafego normal com tres portoes imensos. O do meio, o maior, fica fechado e por ele soh passa a rainha ou convidados da mesma. E a rua é vermelha, pra simbolizar um tapete de mesma cor. Quer dizer...
Tem as cabines telefonicas vermelhinhas, de dezenas e dezenas de anos, e os onibus vermelhos charmosos e enfim, é uma pira.
Bom, fizemos os pontos turisticos convencionais e é tudo lindo, mas né, sao soh os pontos turisticos. Alem destes, passamos quase um dia todo em Camden Town, tambem conhecido como O Lugar Mais Criativo do Mundo. Tipo, é uma grande regiao de lojas e mercados e feiras e voce pode comer qualquer coisa e fazer um novo guarda-roupa de qualquer uma das, pelo menos, ultimas 9 décadas e, quem sabe, ate das proximas duas. Nao da pra explicar e nao tiramos muitas fotos pq tava uma garoinha constante, entao a dica é: se programem pra irem la um dia na vida. Eu me apaixonei por um casaco, com corte de sobre-quase-tudo de veludo vermelho, que experimentei por puro masoquismo, e que me faria pegar qualquer homem da face da terra no proximo inverno. Mas custava 145 libras e, embora ele com certeza valha muitooo mais do que isso, e embora eu tenha ficado 15 minutos em frente ao espelho cogitando, tive de manter os pes no chao, lembrando que ainda voltaria e precisaria viver na França mais uns meses.
Conhecemos tambem de diferente Brick Lane, uma rua numa regiao onde quase soh se veem asiaticos - exceto na propria rua. Ela eh cheia de restaurantes e bares e neon e gente deshcolada e bonita. Fomos tambem na Abbey Road, onde necessariamente fica-se idiotamente atravessando sobre a faixa de pedestres pra tirar a tal foto. Detalhe: sempre tem varias outras pessoas (embora nao seja um inferno de turistada) e a rua tem um super trafego e sequer rola sinal de pedestre. Os ingleses, gentis que sao, é que esperam na boa vontade.
Por falar em gentileza, n'os, saidos de Curitiba e morando na França, ficamos perdidamente apaixonados pelos ingleses ou, pelo menos, os habitantes de Londres - ja que é muito dificil saber quem realmente é de la. Eles sao gentis, atenciosos e prestativos, nunca nos colocando na nossa devida posiçao de turista de merda.
Bom, enfim, a noite em Londres....
Primeira noite fomos ao Soho. As meninas evidentemente nao gostaram porque esperavam uma mistura maior de pessoas e lugares, mas na real é uma regiao realmente gay. Eu super percebi o potencial daquela regiao, sem duvida uma das melhores de Londres, mas é bem aquilo que ouviria mais tarde de um venezuelano gay que mora la: se vc quer ferver, nao saia de ferias com mulher.
Entramos num pub hetero podre, que felizmente fechou a meia-noite. Fomos a uma busca desenfreada por um lugar com cara de legal, achamos um com essa cara, que custava 8 libras soh pra sorrir, arriscamos e acertamos. Tocava jazz, rock e pop e 8 em cada 10 homens eram gatos. Os outros 2 eram deuses. Falamos com N pessoas, ganhamos uns pedacinhos de haxixe - que fumariamos ate o fim da viagem esperando ter uma onda que nunca veio - e voltamos. Lembrei: deslocar-se em Londres é incrivelmente caro, mas absurdamente facil, mesmo de onibus. Em seis dias gastamos 20 libras, economizando, procurando sempre pegar onibus em vez de metro. Mas tinha um passe livre pras zonas 1 e 2 que custava 25 libras pra uma semana. Em Lyon gastamos 25 euros pra um mes inteiro, sendo estudantes.
Voltando à noite... Na outra fomos a um pub em Camden Town, que tinha musica ao vivo e boa, mas nada excepcional. Na outra fomos a uma balada gay que ficava quase na Zona 2, num lugar nao muito assim, bonito e adivinhem: eu tinha olhado o dia errado da balada que me haviam recomendado. Aih entramos em outra que tinha la, que nao pagava pra entrar. Quando colocamos o pe la dentro pensamos que tinhamos tido sorte por ter conseguido entrar sem ser careca. Era uma balada gay bem clichezona mesmo e bebi pra caralho quando vi que seria dificil pegar alguem e quando azamiga começavam a ficar com cara de coo. Alias, foi bem nessa que conheci o tal sabio venezuelano. Enfim, fato é que encontrei um cara bem louco no banheiro e entramos no box e ficamos nos amassos e chups. Ele era muito gostoso, alem de ser dois fetiches ao mesmo tempo (ruivo e ingles) mas antes que me perguntem, nao lembro da cor dos pelos pubianos do rapaz. Depois gostei dessa ideia e ainda voltei la e fiz a mesma coisa com outros dois, mas nada de que me orgulhe a ponto de detalhar.
Outras duas noites foram bebendo no hostel e conhecendo os hospedes-moradores-loucos de la mesmo.
Embora nao tenhamos vivenciado bem a noite louca que Londres certamente tem pra oferecer, por todo o resto, hoje eu resumiria esse post em uma palavra: o que que eu vou ter que inventar quando voltar pro Brasil pra ir morar em Londres??
domingo, 12 de junho de 2011
Dublin
Dublin é outra cidade grande que parece pequena. é dividida tambem por um rio e toda a parte turistica, bem como nosso hostel e a casa de uma amiga da Taci, com quem viajamos, ficava de um dos lados, que fizemos todo a pé. Fizemos o Free Tour, que é um tur guiado a pé que acontece nas grandes cidades europeias e que pretendo fazer sempre. Porque voce acaba conhecendo bastante da historia do lugar - e no fim vc contribui necessariamente com qt quiser.
Fizemos um tour de pubs na primeira noite com essa nossa amiga. De fato tem pubs pra todos os tipos e gostos. Geralmente nao se paga pra entrar e na maioria das vezes tem musica, o que é genial. Mas, claro, nao vimos nada parecido com a ideia que temos de um monte de irlandeses bebados, ao som de musica celta, subindo no balcao com os barmen. Infelizmente. Algo parecido a isso vi aqui em Lyon, juro, mas depois eu conto.
Passamos um dia em Howth, uma cidadezinha portuaria ao lado de Dublin. Passamos algumas horas numa praiazinha de pedras ao pe duma serra de rocha, tomando vinho. A agua era muito cristalina e foquinhas nadavam se exibindo. Nunca tinha visto foca eu acho, ainda mais na vida selvagem.
Fomos a uma loja, Penney's - se pronuncia Penis mesmo, o que tambem é genial. é uma loja de departamento, estilo C e A, mas as coisas sao incrivelmente baratas. Comprei um sapato por 5 euros, uma camisa quase social por 14, uma camiseta por 3, enfim... Azamiga nem se fala, pareciam estar numa sauna, com tanta opçao tao acessivel.
Pegamos uma baladinha na noite de terça, nossa ultima noite. Praticamente soh tinha latino, tocava musica de radio, mas o que importa é que QUALQUER das cervejas era 2 euros. Inclusive Guiness e Budweiser. Nem preciso dizer o estado em que ficamos. Soh nos ultimos momentos encontrei uma puta pista de dança subterranea onde um frances do tipo MARAVILHOSO veio falar comigo, mas a mistura alcool+som alto+lingua francesa nao nos permitiu uma boa comunicaçao. é o tipo de coisa que me pergunto: porque um frances daqueles nao vem falar comigo, tipo, na França???
Pontos positivos da cidade: as pessoas parecem ser muito amigaveis e simpaticas. é muito facil se locomover. Tem uma vida noturna, ainda que controlada, de terça a domingo. é limpa e bonita. Muita gente bonita, especialmente os ruivos, que sao muito comuns. Nao é incomum ver homem usando kilt (fetiches feelings).
Pontos negativos: O segundo idioma de Dublin certamente nao é gaélico e sim portugues. Se na França o mais facil é fazer amizade com brasileiro, fico imaginando em Dublin, onde voce nao passa cinco minutos na rua sem ver brasileiro. O clima tambem é uma bosta: mesmo quase no verao, a temperatura ainda tava em media acho que uns 10 graus. No verao, a media é de uns 16º, entao pensa. O tempo abre e fecha o tempo todo (Curitiba feelings) e volta e meia vem uma garoinha chata e persistente. A vida noturna é bem controlada em relaçao a horarios porque, pelo que entendemos, os irlandeses nao teriam limites se nao fosse assim. Durante a semana os pubs fecham a meia-noite, um ou outro mais estilo baladinha ficam ate as 3h, e sexta e sabado tem ate 4h, 5h acho.
Depois de enchermos o cu de cerveja a 2 euros fomos pro hostel, pra acordar 3h depois de ressaca pra pegar nosso voo pra Londres.
Fizemos um tour de pubs na primeira noite com essa nossa amiga. De fato tem pubs pra todos os tipos e gostos. Geralmente nao se paga pra entrar e na maioria das vezes tem musica, o que é genial. Mas, claro, nao vimos nada parecido com a ideia que temos de um monte de irlandeses bebados, ao som de musica celta, subindo no balcao com os barmen. Infelizmente. Algo parecido a isso vi aqui em Lyon, juro, mas depois eu conto.
Passamos um dia em Howth, uma cidadezinha portuaria ao lado de Dublin. Passamos algumas horas numa praiazinha de pedras ao pe duma serra de rocha, tomando vinho. A agua era muito cristalina e foquinhas nadavam se exibindo. Nunca tinha visto foca eu acho, ainda mais na vida selvagem.
Fomos a uma loja, Penney's - se pronuncia Penis mesmo, o que tambem é genial. é uma loja de departamento, estilo C e A, mas as coisas sao incrivelmente baratas. Comprei um sapato por 5 euros, uma camisa quase social por 14, uma camiseta por 3, enfim... Azamiga nem se fala, pareciam estar numa sauna, com tanta opçao tao acessivel.
Pegamos uma baladinha na noite de terça, nossa ultima noite. Praticamente soh tinha latino, tocava musica de radio, mas o que importa é que QUALQUER das cervejas era 2 euros. Inclusive Guiness e Budweiser. Nem preciso dizer o estado em que ficamos. Soh nos ultimos momentos encontrei uma puta pista de dança subterranea onde um frances do tipo MARAVILHOSO veio falar comigo, mas a mistura alcool+som alto+lingua francesa nao nos permitiu uma boa comunicaçao. é o tipo de coisa que me pergunto: porque um frances daqueles nao vem falar comigo, tipo, na França???
Pontos positivos da cidade: as pessoas parecem ser muito amigaveis e simpaticas. é muito facil se locomover. Tem uma vida noturna, ainda que controlada, de terça a domingo. é limpa e bonita. Muita gente bonita, especialmente os ruivos, que sao muito comuns. Nao é incomum ver homem usando kilt (fetiches feelings).
Pontos negativos: O segundo idioma de Dublin certamente nao é gaélico e sim portugues. Se na França o mais facil é fazer amizade com brasileiro, fico imaginando em Dublin, onde voce nao passa cinco minutos na rua sem ver brasileiro. O clima tambem é uma bosta: mesmo quase no verao, a temperatura ainda tava em media acho que uns 10 graus. No verao, a media é de uns 16º, entao pensa. O tempo abre e fecha o tempo todo (Curitiba feelings) e volta e meia vem uma garoinha chata e persistente. A vida noturna é bem controlada em relaçao a horarios porque, pelo que entendemos, os irlandeses nao teriam limites se nao fosse assim. Durante a semana os pubs fecham a meia-noite, um ou outro mais estilo baladinha ficam ate as 3h, e sexta e sabado tem ate 4h, 5h acho.
Depois de enchermos o cu de cerveja a 2 euros fomos pro hostel, pra acordar 3h depois de ressaca pra pegar nosso voo pra Londres.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Lyon
Lyon eh uma cidade grande q parece pekena... a começar pelos meios de transporte desde publico até alternativos... umas 5 linhas de metro, trenzinho, onibus, velov (estaçoes de biciletas publicas, que vc retira mediante um calçao no cartao e nao paga nada por meia hra de uso. aih vc vai pra onde quer, de graça, devolve em outra estaçao e depois retira de novo, enfim...), patinete horrores tb... aih vc ve os kras de terno, as vovozinhas, todos os tipos, de velov (joguem no google imegens) e de bike e de patinete, eh mt massa... e os sistemas tds automatizados, claro, vc quase nao ve pessoas trampando hahaha!!
Lyon, e acho q a maioria das cidades europeias, mescla o muito antigo e o muito moderno, é uma pira... a cidade é bonita, uma mini paris e muito positivamente importante: sem turistas haha
Ainda to começando a entender a dinamica da cidade que, repito, parece interior! td de comercio fecha cedo, tipo 20h15. Os bares no geral, uma meia noite. Aih sobram os bares-baladenhas... Fui num de jazz, mas tava cheio demais e ficamos pouco entao nao sei dizer se gostei... Fomos num peniche (desses barcos q sao bares) e esse sim foi beeem legal...
Fui a uma balada gay, a Pinks. Mtooo homem bonito, mas assim, vc nao ve a galera de fato se pegando, saca? é bizarro... falei com algumas pessoas, mas o q mais fiz foi mijogar com uma carioca maluquinha que conheci aqui, amiga das meninas... um cara gato olhava pra gente (eu jurava q era pra mim, mas ela entrou na pira de pegarmos ele juntos)... chegamos nos bjando, ele deu um bjaao nela e dps um bjinho com uma unicazinha enfiada de lingua em minha boca. Mas ficamos nessa de revezar. Um cara veio encher o saco pra gente sair de perto dele, acho q foi isso... tipo, o q eu entendi foi que, sei la, ele tava se incomodando com a "pootaria". Quer dizer, causamos na balada de Lyon. Depois a carioca se interessou por um cara la e foi pegar e aih o bofe disperçou -- Tipo, mtooo hetero pq eh um dos unicos lugares q ficam ate tao tarde. Alias, pra todo mundo a que perguntei, o maximo q ouvi foi "bissexual", gay mesmo NINGUEM ERA, saca? Alias, vou repetir, é muito phoda saber quem é gay aqui porque todo mundo se veste bem, anda de bike e velov com cestinha, anda de patinete e mais essa: vao na balada gay... sério,o machismo latino ja ta fazendo uma falta haha
O que parece mesmo rolar aqui é comprar coisas nos mercados ou epiceries e ir beber em casa ou na beira do rio (o "quais"), q é linda... sao os nossos skentas, q aqui chamam "soirées". Porque sair é mtooooo caro!! pra voces terem uma ideia, nas epiceries (mercadinhos tipo banquinhas, que vendem comidinhas e bebidas) acha béra de 500ml ate por 1 euro e em bar pra tomar isso de béra é no minimo 5pilas!! Entao assim, confesso q esperava mais da noite daqui, mas a Pit diz que eu to porfs porque acabei de chegar, disse que acha que aqui tem mais vida noturna q curitoba, mas to duvidando, entao aguardem noticias!
O mais FODA por eqto é mesmo a lingua... tipo, ainda é dificil me imaginar me comunicando bem com um francofônico e, por conseguinte, fazer amizade.... as aulas me desapontaram um pouco na medida em que sao exatamente iguais as aulas de linguas no brasil mesmo... a diferença legal é que tem gente do mundo todo. Quer dizer, 99% por cento sao chineses e o resto é do mundo todo. brinks. Entrei num nivel com a gramatica bem puxada, o que ta sendo otimo!!
Na casa das meninas, onde fiquei nas duas primeiras semanas, mora o Martin, frances, q eh a criatura mais engraçada do mundo. Nao entendo palavra do que ele fala, porque fala muito rapido e com mts girias, o q me fode. Mas soh ve-lo falando cheio de trejeitos e gestos e caras e imitaçoes, ja é muito engraçado!! Foda que quando ele fuma ele fica eventualmente paranoico e pergunta do que a gente ta rindo, sendo que a gente ta rindo simplesmente porque ta chapado. E ele tambem entrou numas de achar que eu encarava ele. Aham, Claudia... Uma vez, ele tinha um saco de maconha na casa. Meo, é mtooooo diferente. Sao de fato as folhinhas secas da maconha!! Verde claras!! Pra dichavar é muito facil porque sao folhinhas secas, manjam?? Aih fuma-se com tabaco.
Falando em tabaco, tinha a meta de parar de fumar aqui ja que o cigarro custa 5.50 fucking euros e eu fumava quase uma carteira por dia. Maaannsss, todos fumam tabaco aqui, com seda e filtro e é obvio que eu ja aprendi a enrolar né...
To morando em Villeurbanne, regiao metropolitana, mano! Mas eh bem na rua de divisa com o 3eme de Lyon. Meu coloc é bem prestativo e legal. é professor de frances na escola primaria, entao ele me ensina frances como se eu tivesse 8 anos de idade, o que é otimo! Nas horas vagas ele é DJ e cult, entao minha casa é cheia de discos e livros e CDs e DVDs e temos uma vitrola na sala.
Cheguei a Lyon dia 24/04. O texto acima escrevi acho que na minha segunda semana de Lyon, entao minhas impressoes sao mais consistentes hoje. De qualquer forma, acho digno posta-lo pra ficar gravada cada etapa. Nos proximos posts conto das viagens que fiz e depois volto a fofocar de Lyon.
Lyon, e acho q a maioria das cidades europeias, mescla o muito antigo e o muito moderno, é uma pira... a cidade é bonita, uma mini paris e muito positivamente importante: sem turistas haha
Ainda to começando a entender a dinamica da cidade que, repito, parece interior! td de comercio fecha cedo, tipo 20h15. Os bares no geral, uma meia noite. Aih sobram os bares-baladenhas... Fui num de jazz, mas tava cheio demais e ficamos pouco entao nao sei dizer se gostei... Fomos num peniche (desses barcos q sao bares) e esse sim foi beeem legal...
Fui a uma balada gay, a Pinks. Mtooo homem bonito, mas assim, vc nao ve a galera de fato se pegando, saca? é bizarro... falei com algumas pessoas, mas o q mais fiz foi mijogar com uma carioca maluquinha que conheci aqui, amiga das meninas... um cara gato olhava pra gente (eu jurava q era pra mim, mas ela entrou na pira de pegarmos ele juntos)... chegamos nos bjando, ele deu um bjaao nela e dps um bjinho com uma unicazinha enfiada de lingua em minha boca. Mas ficamos nessa de revezar. Um cara veio encher o saco pra gente sair de perto dele, acho q foi isso... tipo, o q eu entendi foi que, sei la, ele tava se incomodando com a "pootaria". Quer dizer, causamos na balada de Lyon. Depois a carioca se interessou por um cara la e foi pegar e aih o bofe disperçou -- Tipo, mtooo hetero pq eh um dos unicos lugares q ficam ate tao tarde. Alias, pra todo mundo a que perguntei, o maximo q ouvi foi "bissexual", gay mesmo NINGUEM ERA, saca? Alias, vou repetir, é muito phoda saber quem é gay aqui porque todo mundo se veste bem, anda de bike e velov com cestinha, anda de patinete e mais essa: vao na balada gay... sério,o machismo latino ja ta fazendo uma falta haha
O que parece mesmo rolar aqui é comprar coisas nos mercados ou epiceries e ir beber em casa ou na beira do rio (o "quais"), q é linda... sao os nossos skentas, q aqui chamam "soirées". Porque sair é mtooooo caro!! pra voces terem uma ideia, nas epiceries (mercadinhos tipo banquinhas, que vendem comidinhas e bebidas) acha béra de 500ml ate por 1 euro e em bar pra tomar isso de béra é no minimo 5pilas!! Entao assim, confesso q esperava mais da noite daqui, mas a Pit diz que eu to porfs porque acabei de chegar, disse que acha que aqui tem mais vida noturna q curitoba, mas to duvidando, entao aguardem noticias!
O mais FODA por eqto é mesmo a lingua... tipo, ainda é dificil me imaginar me comunicando bem com um francofônico e, por conseguinte, fazer amizade.... as aulas me desapontaram um pouco na medida em que sao exatamente iguais as aulas de linguas no brasil mesmo... a diferença legal é que tem gente do mundo todo. Quer dizer, 99% por cento sao chineses e o resto é do mundo todo. brinks. Entrei num nivel com a gramatica bem puxada, o que ta sendo otimo!!
Na casa das meninas, onde fiquei nas duas primeiras semanas, mora o Martin, frances, q eh a criatura mais engraçada do mundo. Nao entendo palavra do que ele fala, porque fala muito rapido e com mts girias, o q me fode. Mas soh ve-lo falando cheio de trejeitos e gestos e caras e imitaçoes, ja é muito engraçado!! Foda que quando ele fuma ele fica eventualmente paranoico e pergunta do que a gente ta rindo, sendo que a gente ta rindo simplesmente porque ta chapado. E ele tambem entrou numas de achar que eu encarava ele. Aham, Claudia... Uma vez, ele tinha um saco de maconha na casa. Meo, é mtooooo diferente. Sao de fato as folhinhas secas da maconha!! Verde claras!! Pra dichavar é muito facil porque sao folhinhas secas, manjam?? Aih fuma-se com tabaco.
Falando em tabaco, tinha a meta de parar de fumar aqui ja que o cigarro custa 5.50 fucking euros e eu fumava quase uma carteira por dia. Maaannsss, todos fumam tabaco aqui, com seda e filtro e é obvio que eu ja aprendi a enrolar né...
To morando em Villeurbanne, regiao metropolitana, mano! Mas eh bem na rua de divisa com o 3eme de Lyon. Meu coloc é bem prestativo e legal. é professor de frances na escola primaria, entao ele me ensina frances como se eu tivesse 8 anos de idade, o que é otimo! Nas horas vagas ele é DJ e cult, entao minha casa é cheia de discos e livros e CDs e DVDs e temos uma vitrola na sala.
Cheguei a Lyon dia 24/04. O texto acima escrevi acho que na minha segunda semana de Lyon, entao minhas impressoes sao mais consistentes hoje. De qualquer forma, acho digno posta-lo pra ficar gravada cada etapa. Nos proximos posts conto das viagens que fiz e depois volto a fofocar de Lyon.
terça-feira, 7 de junho de 2011
Zeuropa
Nove meses sem postar.
Resumindo, o fim do ano letivo de 2010 foi uma superbosta, mas foi o ultimo. Me formei, isso que importa. Fiquei soh trampando, o que pra mim era como se fossem ferias. Passei um reveillon animal em Floripa, dignos de nos, pootas e veeados. Decidi ir pra França, arrumei tudo, me demiti, colei grau (o primeiro da turma, que ironia), deixei o apartamento e fervi cazamiga no ultimo mes. Fui pra Cudomundopolis passar uns dias com a familia, depois desembarquei em Paris por 4 dias e ca estou vivendo agora, em Lyon. Por isso agora talvez tenha coisas pra contar.
Paris
Foram quatro dias de sonho pro menino Cudomundopolisense. Soh que ja fazem quase dois meses que isso aconteceu, entao é meio dificil descrever exatamente o que senti. Entao vou copiar partes de um e-mail que mandei prazamiga logo depois dessa viagem:
A cidade é muito mara e eu com certeza nao vou lembrar de todos os detalhes em que reparei, esperando contar pra voces. Mas entre eles: o transito é bem pouco barulhento, parece nao ter nada velho aqui, saca? Buzao, os carros, tudo... Tem sanitarios na rua. Ainda nao entrei neles, mas tipo, sao muito chiques! hahaha... Peguei dois onibus ontem e gentchy: NAO TEM CATRACA. As pessoas simplesmente entram e PAGAM. Quer dizer, faz isso na America Latina pra ver.
No primeiro dia no hostel estava um pouco assim de estar sozinho. Dormi a tarde porque tinha viajado 30h dormindo tipo aos pouquinhos, bem pouquinho. Aih mais tarde desci e comecei a conversar com uma mina q me pareceu sapa. Era americana. Entao marcamos de procurar um bar juntos. Aih sugeri de irmos ao Le Marais, o bairro gay de Paris. Aih ela me confirmou o que eu ja sabia, q era lesbica. Fomos ao Marais (le-se Marreh) e eh bem legal, tem tudo gay, tipo: loja pra homem, cafes, RESTAURANTE, bar, balada, sauna... Um bairro soh com homem, por todos os lados, uma delicia! Entramos num bar, tomamos uma bera meio quente (tenho a impressao de NADA aqui eh gelaaaaaaaaado) por SEIS EUROS e eu tomei uma caipirinha por NOVE EUROS. Sh pra ver qual era. A garrafa pro drinque era de Ypioca, ate q tava boa, mas tipo, era sh metade do copo -- Tocou aquela musica "pirilim pirilim pirilim, alguem ligou pra mim...", e outras duas q eu nunca tinha ouvido, uma dizia "chupa, chupa, chupa..." e outra "bate ca bunda, bate ca bunda". Quer dizer, funk carioca meshmo. Aih logo voltamos pq a mina sh bebeu uma bera e nao podiamos perder o metro. Achei o povo meio carao e nesse bar tinha muito velho. Mas no geral, as bees sao lindissimas. Os homens aqui no geral. E, de fato, quase todos parecem gays. Se vestem bem e etc. O que eh meio tenso, neh? Vi varias negras bonitas. E os negros sao tipo ENORMES, mas dao um pouco de medo, se vestem meio gueto, meio rappers, saca?? Yeah, I do work with preconceitos! haha.
Cheguei da "balada" tipo meia noite e pouco e fiquei no pc e conversando com um ou outro ate 3h30. Isso pq ainda tava com o fuso do brasil e pq aqui escurece muito tarde ja nessa epoca (la pelas 21h). Quer dizer, pra mim tinha virado noite ha duas ou tres horas.
Antes de sair com essa mina, conheci uma colombiana no meu quarto. E ela me chamou pra ir a Versailless no outro dia (quinta). E assim, tendo dormido quatro horas, fui. Nem entrei no palacio pq a mina nao tava disposta a pagar os 15 euros. Assim, milhaaaaaaaaaares de turistas, a fila pra entrar no palacio era quilometrica, e brasileiro a cada passo.Vou querer voltar la numa outra vez pra ver por dentro, mas gentchy, soh os jardins, vcs nao tem nocao! Tipo, eu sabia que seria incrivel, mas nao imaginava q TAO INCRIVEL. eh tipo absurdamente lindo e gigante, quilometros, sh vendo mesmo! E a mina colombiana eh um AMOR. Nos demos mto bem e passamos o dia inteiro la. Os parisienses vao la tb, usam mto seus patrimonios, dao valor. Vao, levam seu pique-nique, gente de todos os tipos e idades. E tudo aqui se faz de metro e trem (no caso de versalhes, por ex, q eh longe). E eh mtoo facil. com um mapa de metro na mao, vc vai pra qualquer lugar da cidade!
Enfim, chegamos no hostel EXAUSTOS - acho que andamos quase 10km ontem, sem brincadeira. Aih chegaram tres amigos da Natalia (a colombiana). Os quatro moram em Barcelona (oi, ja tenho hospedagem em Barcelona). Entre eles, Ivan, mexicano. (Escuta essa, Amandioca). Me chamaram pra ir com eles a regiao do Moulin Rouge. Ivan comigo e Natalia o tempo todo, muito gentil e tudo o mais e eu na ctza d q ele era a fim de mim. Fomos la pra essa regiao. Eh tipo a Amsterda de Paris. Sex shops, cinemas prives, shows, etc, etc, tudo explicito em neon. Nao tirei mtas fotos dos estabelecimentos pq a Nat nao tava com a camera dela (q virou minha tb haha). Enfim, ngm quis beber -- Pegamos metro e perdemos a conexao por causa do horario e saimos a procura dos onibus. Passei um medinho na real, pq a essa hra nos onibus sh tinha gente estranha e bebada. Mas todos os outros, q moram na europa, nao tavam com medo nenhum. Tipo, nas regioes assim que nao sao suburbio, parece nao rolar medo nenhum, saca? E eu abitolado, acostumado a andar a noite com medo. Ni qui a essa altura eu ja tava ate de mao dada com o Ivan. Chegamos ao hostel, nos pegamos na porta um instantinho. E aih subimos pro meu quarto. Sim, com outras cinco pessoas. Fiquei tocando uma pra ele e vice-versa, no silencio. Soh a cama q tremia um pouco e tinha algm em cima, mas ok, eu ia fazer check out hj mesmo. Ele me chupou, eu gozei, dps ele concluiu e gozou litros tb. O pau do mexicano era pequeno na real, mas ate q curti o conjunto. Ele nao eh gaaato, mas nao eh feio, eh um amor, tipo gentleman, mas tb o tipo do qual eu me cansaria facil. Mas again: moram em Barcelona neh. Tenho ctza d q ele (quase) se apaixonou.
O povo q conheci bebe pouco, mas eh por causa do preço. Ai, gente, eh caro demais!!!! Da ate uma descrenca. Tudo eh caro e, pelo menos a principio, nao rola nao converter pra reais. Ou seja, td eh pelo menos tres vezes mais caro que aih =/ Numa dessas comeco a levar uma vida mais saudavel, forçadamente. Mas hj vou encontrar minhas amigas brasileiras que bebem MUITO. To com credito financeiro dos dias anteriores. Tipo, ontem gastei 20 euros soh! Mas tb nao vou poder beber na velocidade delas, se nao vc gasta mais de 200 pilas (em reais) facil! ...
E enfim na primeira noite com essas amigas gastamos 80 fucking euros. Bebemos num cafe perto da Sacre Couer a tarde toda, ate eu pedir o garçom em casamento, com meu frances mais que bizarro: Voulez-vous me marrier? Ao que ele riu e nos deu seu endereço de e-mail falso, depois de muita insistencia de nossa parte. Fomos barrados no baile (rah!) pq eu tava de havaianas e entao fomos a procura de outra buatchy. Uma dazamiga dava Hello pra todo mundo por que passavamos, ni qui fizemos uns 10 amigos parisienses, dos quais dois elas pegaram e nos levaram pra uma balada super underground ali tb na regiao do Moulin Rouge. Adoramos e voltamos de metro ao amanhecer. No outro dia fizemos todos os principais pontos turisticos de Paris, em meia tarde, o que nos veio a magnificia ideia de lançar um guia inovador: Paris em 4 horas. Claro que pegamos o Louvre fechado, mas ate aih tudo bem porque eu voltaria la e elas ainda tinham o dia seguinte. Terminei minha estada em Paris tomando vinho no gramado da Torre Eiffel cazamiga. Pas mal.
Resumindo, o fim do ano letivo de 2010 foi uma superbosta, mas foi o ultimo. Me formei, isso que importa. Fiquei soh trampando, o que pra mim era como se fossem ferias. Passei um reveillon animal em Floripa, dignos de nos, pootas e veeados. Decidi ir pra França, arrumei tudo, me demiti, colei grau (o primeiro da turma, que ironia), deixei o apartamento e fervi cazamiga no ultimo mes. Fui pra Cudomundopolis passar uns dias com a familia, depois desembarquei em Paris por 4 dias e ca estou vivendo agora, em Lyon. Por isso agora talvez tenha coisas pra contar.
Paris
Foram quatro dias de sonho pro menino Cudomundopolisense. Soh que ja fazem quase dois meses que isso aconteceu, entao é meio dificil descrever exatamente o que senti. Entao vou copiar partes de um e-mail que mandei prazamiga logo depois dessa viagem:
A cidade é muito mara e eu com certeza nao vou lembrar de todos os detalhes em que reparei, esperando contar pra voces. Mas entre eles: o transito é bem pouco barulhento, parece nao ter nada velho aqui, saca? Buzao, os carros, tudo... Tem sanitarios na rua. Ainda nao entrei neles, mas tipo, sao muito chiques! hahaha... Peguei dois onibus ontem e gentchy: NAO TEM CATRACA. As pessoas simplesmente entram e PAGAM. Quer dizer, faz isso na America Latina pra ver.
No primeiro dia no hostel estava um pouco assim de estar sozinho. Dormi a tarde porque tinha viajado 30h dormindo tipo aos pouquinhos, bem pouquinho. Aih mais tarde desci e comecei a conversar com uma mina q me pareceu sapa. Era americana. Entao marcamos de procurar um bar juntos. Aih sugeri de irmos ao Le Marais, o bairro gay de Paris. Aih ela me confirmou o que eu ja sabia, q era lesbica. Fomos ao Marais (le-se Marreh) e eh bem legal, tem tudo gay, tipo: loja pra homem, cafes, RESTAURANTE, bar, balada, sauna... Um bairro soh com homem, por todos os lados, uma delicia! Entramos num bar, tomamos uma bera meio quente (tenho a impressao de NADA aqui eh gelaaaaaaaaado) por SEIS EUROS e eu tomei uma caipirinha por NOVE EUROS. Sh pra ver qual era. A garrafa pro drinque era de Ypioca, ate q tava boa, mas tipo, era sh metade do copo -- Tocou aquela musica "pirilim pirilim pirilim, alguem ligou pra mim...", e outras duas q eu nunca tinha ouvido, uma dizia "chupa, chupa, chupa..." e outra "bate ca bunda, bate ca bunda". Quer dizer, funk carioca meshmo. Aih logo voltamos pq a mina sh bebeu uma bera e nao podiamos perder o metro. Achei o povo meio carao e nesse bar tinha muito velho. Mas no geral, as bees sao lindissimas. Os homens aqui no geral. E, de fato, quase todos parecem gays. Se vestem bem e etc. O que eh meio tenso, neh? Vi varias negras bonitas. E os negros sao tipo ENORMES, mas dao um pouco de medo, se vestem meio gueto, meio rappers, saca?? Yeah, I do work with preconceitos! haha.
Cheguei da "balada" tipo meia noite e pouco e fiquei no pc e conversando com um ou outro ate 3h30. Isso pq ainda tava com o fuso do brasil e pq aqui escurece muito tarde ja nessa epoca (la pelas 21h). Quer dizer, pra mim tinha virado noite ha duas ou tres horas.
Antes de sair com essa mina, conheci uma colombiana no meu quarto. E ela me chamou pra ir a Versailless no outro dia (quinta). E assim, tendo dormido quatro horas, fui. Nem entrei no palacio pq a mina nao tava disposta a pagar os 15 euros. Assim, milhaaaaaaaaaares de turistas, a fila pra entrar no palacio era quilometrica, e brasileiro a cada passo.Vou querer voltar la numa outra vez pra ver por dentro, mas gentchy, soh os jardins, vcs nao tem nocao! Tipo, eu sabia que seria incrivel, mas nao imaginava q TAO INCRIVEL. eh tipo absurdamente lindo e gigante, quilometros, sh vendo mesmo! E a mina colombiana eh um AMOR. Nos demos mto bem e passamos o dia inteiro la. Os parisienses vao la tb, usam mto seus patrimonios, dao valor. Vao, levam seu pique-nique, gente de todos os tipos e idades. E tudo aqui se faz de metro e trem (no caso de versalhes, por ex, q eh longe). E eh mtoo facil. com um mapa de metro na mao, vc vai pra qualquer lugar da cidade!
Enfim, chegamos no hostel EXAUSTOS - acho que andamos quase 10km ontem, sem brincadeira. Aih chegaram tres amigos da Natalia (a colombiana). Os quatro moram em Barcelona (oi, ja tenho hospedagem em Barcelona). Entre eles, Ivan, mexicano. (Escuta essa, Amandioca). Me chamaram pra ir com eles a regiao do Moulin Rouge. Ivan comigo e Natalia o tempo todo, muito gentil e tudo o mais e eu na ctza d q ele era a fim de mim. Fomos la pra essa regiao. Eh tipo a Amsterda de Paris. Sex shops, cinemas prives, shows, etc, etc, tudo explicito em neon. Nao tirei mtas fotos dos estabelecimentos pq a Nat nao tava com a camera dela (q virou minha tb haha). Enfim, ngm quis beber -- Pegamos metro e perdemos a conexao por causa do horario e saimos a procura dos onibus. Passei um medinho na real, pq a essa hra nos onibus sh tinha gente estranha e bebada. Mas todos os outros, q moram na europa, nao tavam com medo nenhum. Tipo, nas regioes assim que nao sao suburbio, parece nao rolar medo nenhum, saca? E eu abitolado, acostumado a andar a noite com medo. Ni qui a essa altura eu ja tava ate de mao dada com o Ivan. Chegamos ao hostel, nos pegamos na porta um instantinho. E aih subimos pro meu quarto. Sim, com outras cinco pessoas. Fiquei tocando uma pra ele e vice-versa, no silencio. Soh a cama q tremia um pouco e tinha algm em cima, mas ok, eu ia fazer check out hj mesmo. Ele me chupou, eu gozei, dps ele concluiu e gozou litros tb. O pau do mexicano era pequeno na real, mas ate q curti o conjunto. Ele nao eh gaaato, mas nao eh feio, eh um amor, tipo gentleman, mas tb o tipo do qual eu me cansaria facil. Mas again: moram em Barcelona neh. Tenho ctza d q ele (quase) se apaixonou.
O povo q conheci bebe pouco, mas eh por causa do preço. Ai, gente, eh caro demais!!!! Da ate uma descrenca. Tudo eh caro e, pelo menos a principio, nao rola nao converter pra reais. Ou seja, td eh pelo menos tres vezes mais caro que aih =/ Numa dessas comeco a levar uma vida mais saudavel, forçadamente. Mas hj vou encontrar minhas amigas brasileiras que bebem MUITO. To com credito financeiro dos dias anteriores. Tipo, ontem gastei 20 euros soh! Mas tb nao vou poder beber na velocidade delas, se nao vc gasta mais de 200 pilas (em reais) facil! ...
E enfim na primeira noite com essas amigas gastamos 80 fucking euros. Bebemos num cafe perto da Sacre Couer a tarde toda, ate eu pedir o garçom em casamento, com meu frances mais que bizarro: Voulez-vous me marrier? Ao que ele riu e nos deu seu endereço de e-mail falso, depois de muita insistencia de nossa parte. Fomos barrados no baile (rah!) pq eu tava de havaianas e entao fomos a procura de outra buatchy. Uma dazamiga dava Hello pra todo mundo por que passavamos, ni qui fizemos uns 10 amigos parisienses, dos quais dois elas pegaram e nos levaram pra uma balada super underground ali tb na regiao do Moulin Rouge. Adoramos e voltamos de metro ao amanhecer. No outro dia fizemos todos os principais pontos turisticos de Paris, em meia tarde, o que nos veio a magnificia ideia de lançar um guia inovador: Paris em 4 horas. Claro que pegamos o Louvre fechado, mas ate aih tudo bem porque eu voltaria la e elas ainda tinham o dia seguinte. Terminei minha estada em Paris tomando vinho no gramado da Torre Eiffel cazamiga. Pas mal.
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