segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Taboos

Hoje falei com uma amiga filipina.

Contextualizando: quando eu era recepscravo (agora, com up grade, sou reservscravo) morou no hotel onde eu trampava um grupo de filipinos da IBM por quase seis meses. Fiquei relativamente amigo de todos, mas a mais vagabundinha delas foi a que virou minha best. Vi que ela tinha um potencial sangue latino nas veias. Com ela aprendi palavrões em tagalo!

Ela me contando que numa viagem pros usa conheceu um indiano pelo qual se encantou. O cara tem 25 anos e é virgem. Mas mais engraçado do que isso foi ela dizer que ele era virgem E, PIOR, não era circuncidado (escrever essa palavra me cansa tanto que vou substituí-la pela letra C ). Dei muita risada e choquei minha amiga ao dizer que eu também não sou C e que, oi, no Brasil e, quem sabe, em todo o Ocidente, ser C é bem mais estranho do que não ser C.
Circunsisões à parte, ela me contou a aventura sexual dela com o pobre rapaz, que é prometido de uma pobre indiana, provavelmente virgem e não C também. Assanhada que é, foi ao hotel dele, deu uns amassos e pegou no pipi dele e ele tirou a mão dela. Depois deixou e ela foi logo colocando na xana, ao que ele hesitou e pediu o toba dela. Gente, concluímos que ele queria a bundinha dela pra continuar virgem, vejam só. Mas ela não deixou, ele enfiou, gozou em seguida, correu pro banho assustado, voltou e ficou numa bad umas duas horas porque não sabia mais se era virgem. Segundo ela, ele ficou a noite toda ereto e disse que não tava excitado, só tava ereto. Voltando a Manila, capital das Filipinas, pra onde ele também foi a trabalho, ele disse que outro amigo indiano estava indo e que quando este amigo chegasse, ela e ele não poderiam mais se encontrar. Aí ela ficou entristecida pois agora duvida da sexualidade do rapaz. Eu super dei a dica de que ele provavelmente transa com os amigos pra continuar virgem.

Fato é que essa minha amiga, chamemo-na de M, tem mais de 25 anos e não transa há mais de um ano e meio. M quando veio ao Brasil descobriu que era latina, mas que infelizmente nasceu asiática. Isso porque, e eu pude vivenciar por alguns meses, tudo é tabu pra esta galera. Beijo de língua? Tabu. Tipo, filipinos só beijam de língua na cama. E só com o namorado. Namorado de anos. Tanto é que, numa baladinha dessas brasileiras, a M pediu pra eu beijá-la. Fiz a boa ação e, gente, três outras filipinas fizeram filinha indiana pra ver qual era a de french kissing um "estranho". Não senti a língua de nenhuma. Meu comentário era sempre algo do tipo: "where tha fuck's your tongue?".
Homossexualidade? Tabu. Quando disse pras meninas que eu era do babado, não acreditavam porque eu era bonito, inteligente (palavras delas, ok?), falava línguas, fazia faculdade e tinha um trabalho legal (palavras delas de novo). Não entendi nada e a M me contou que o único gay que elas conheciam em Manila era garoto de programa. Quer dizer, nem tem o que dizer. Sexo? Tabuzaço. Meo, qualquer coisa relacionada a sexo as fazia dar risadas como teenagers de 13 ou até mesmo 12 anos. Nunca tive muito contato com os meninos filipinos, mas acredito que era mais ou menos a mesma coisa. Quando se sentiram mais íntimas, começaram a me perguntar coisas. Do tipo o que dois gays faziam na cama. Serião, elas disseram que DESCONFIAVAM que um dava a bunda e o outro comia. Desconfiavam. Aí emprestei um DVD pornô gay, com direito a cunete e fit fucking pras elas entenderem tudo de uma vez. Brinks.
Um dia me perguntaram do tamanho dos paus dos brasileiros e contei dos poucos que eu conhecia e elas pegaram uma régua (já que não pensam em centímetros) e sempre ficavam horrorizadas, com a mesma interrogação: "This biiiiig?????". Hoje a M perguntou o tamanho do meu, ela converteu no google em inches e disse que meu dick era long. Mais uma vez voltei a refletir sobre com o que será que elas estão acostumadas, porque se tem uma coisa da qual meu dick tá longe é de ser long.

M tem mais de 25 anos e não faz sexo há mais de um ano e meio. Não é só porque ela é feia, não é porque ela não quer. É porque filipinos não transam. Ou você namora há anos e beija de língua e transa ou é solteiro e se fode sozinho. Porque lá não tem dessas de Pinto Amigo (P.A.), sexo casual, sexo no primeiro encontro ou sequer sexo com quem você gosta. Você só transa se namorar. E só namora se for pra casar. Viver num lugar assim, com tanto tabu, deve ser fácil se você pensar como todo mundo. Mas a M é diferente e isso me deixa com uma peninha dela. Queria que ela viesse pra cá.

Ahhhh, antes que todos os leitores do blog digam: porra, você também não faz sexo que a gente sabe! Já digo logo: oi, meu nome é Tom e, depois de sete meses, fiz sexo. Espero não ter que esperar tanto de novo. Acho que encontrei um P.A., beijos pra quem não encontrou.

Parei pra pensar no que é um tabu pra mim. Não consegui achar nenhum. Consigo pensar em coisas que são polêmicas até mesmo pra mim, mas não há nada sobre o que eu evite falar. Ou há, quando lembrar eu conto.

É isso. Já sei sobre o que falar no próximo post, mas agora vou dormir. No meu micro feriadão (micro porque trampei sábado, hoje segunda e tramparei quarta que é feriado em Curitiba) não fiz nada de tcc e tanto evitei fazê-lo que escrevi um post desse tamanho só pra olhar agora no relógio e pensar: caralho, 1h da manhã, não dá pra fazer mais nada, tenho que dormir.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Desabafo II

Minha mãe me mandou um DVD de aniversário. Com o sobrenome escrito errado pelos profissionais audiovisuais de Cudomundópolis, no meio tocaram duas canções sertanejas, ao que coloquei o PC na opção “mudo”. Não é sobre a incompetência que quero escrever.
É um DVD de 50 minutos de fotos que eu muito achei que não ia conseguir ver tudo de uma vez. Mas o carinho com que minha mãe preparou esse presente é algo que, sérião, me transborda de amor. Tem fotos que eu não sei como ela conseguiu. Fotos das antiguíssimas e fotos da minha vida aqui.
A presença dos meus pais em todos os momentos da minha infância e adolescência e ainda hoje, mesmo que fisicamente afastados, faz com que hoje eu valorize o que provavelmente nunca valorizei tanto assim. Como pode ser que eu tenha nascido e desde então duas pessoas dedicaram a vida toda a mim? E vão continuar dedicando tipo até o fim das suas vidas – ou da minha. Pensar nisso faz todos os outros tipos de amor parecerem ínfimos. Sabe-se, é claro, que na real não é bem assim.
Sem querer ter uma visão pessimista de tudo isso, é duro pensar na sina desses pais. Eles dedicam a vida a você. Absolutamente tudo gira em torno dos filhos.Você cresce e sai de casa. Eu, por exemplo, escolhi um lugar bem longe. Neste momento da vida, deixei de me reconhecer pertencente à minha cidade, à cidade onde moram esses pais que fizeram tudo por mim. E aí, de uma hora pra outra, eles passam a ver a pessoa mais importante da vida deles (estou falando de mim porque estou escrevendo de mim, mas aqui vale pra minha irmã) duas vezes por ano. E bancando tudo isso! E aí esse filho se apaixona uma, duas ou várias vezes e todos os esforços dele são dispensados para esta nova pessoa que te conhece há tão pouco tempo e que, oi, nunca vai te amar um milésimo do que os pais amam. Essa pessoa te trai, te engana, mente, te fere, te magoa – ainda que te ame. Agora quero ir pro exterior o mais breve possível e enquanto vivo mil experiências, meus pais passarão a me ver com metade da frequência com que me viam. Esse é o ciclo natural da vida, eu sei. Mas podia ser menos injusto. Me sinto ingrato muitas vezes.

Desabafo I

Caros milhares de leitores, este e o próximo posts não são engraçados. Escrevi em dias diferentes no word e como não tenho postado há eras, resolvi fazê-lo.

Desde muito cedo tive a pira de colocar todos os meus pensamentos em papel. Quando criança o computador já tinha tido seu advento, mas ainda não era comum tê-lo em casa e, assim, eu escrevia páginas e páginas à mão. Desde pequetito, um diário. Depois foi um caderno (porque diário era muito feminino) onde escrevia toda a sorte de coisas aleatórias. Depois um fotolog com ridicularidades que eu chamava “poesias”. Atualmente um blog com intenções de humor sobre uma vida banal. Nunca dou sequencia nesses resumos inusitados de pensamentos. Certo dia acordo com uma vontadezinha de escrever e à noite já é uma puta vontade e escrevo. Aí passa. Acho que no dia seguinte vou querer voltar a escrever, mas nem volto. Sou a pessoa de vinte anos com maior número de ficções escritas inspiradas em mim mesmo inacabadas. Aliás, a única pessoa de vinte anos que conheço que quer escrever uma ficção. Aliás, a única pessoa que conheço que quer escrever um livro.
Hoje falei com meu pai e ele está chateado com minha irmã porque não-sei-quem a viu toda bêbada numa praça com os amigos de manhã. Puta merda: descalça e com uma garrafa de vinho barato na mão! Eu to puto também! Com o filho-da-puta que, não olhando pra própria vida/família, tem tempo/coragem de ver uma universitária de férias extravasando e ir correndo NO DIA SEGUINTE na loja do meu pai fazer mexerico. A minha raiva gira muito em torno do fato de que às vezes, mas muitooooo de vez em quando, eu penso que to dando murro em ponta de faca morando numa cidade enorme, muito longe de toda a minha família, num curso superior que não é lá essas coisas, apaixonado por hotelaria, que é uma empresa escravocrata. Pensando nisso, penso que lá minha vida já ta ganha e que não precisava de todo esse processo. Mas esse tipo de coisa me faz muito voltar à realidade e pensar: quem é que numa cidade grande ia topar com a filha-do-fulano bêbada? Pode acontecer, CLARO! Mas em que cidade, em que as pessoas tem o mínimo de coisa pra fazer, alguém ia ter tempo de ir ao trabalho do pai da menina-bêbada contar pra ele a tal cena horrenda que presenciou? A menos que fossem bons amigos, tudo bem. Mas não. O tal cara mexeriqueiro (que não é mais nem menos mexeriqueiro do que qualquer um dos outros poucos habitantes da cidade) não é amigo do meu pai. Ele conhece meu pai. Só conhece. Conhece. Só que todo mundo na cidade conhece meu pai. Eu já passei por situação similar/pior que essa da minha irmã. Mas nem quero divagar sobre isso agora. Aliás, ou meu pai não me fala mais as coisas, ou teve muita sorte de não ter tido muito mais notícias minhas das últimas vezes em que fui pra lá. Ou eu já sou notícia velha. Porque das últimas vezes em que estive lá, beijei meu namorado em público em todos os lugares da cidade. Eu, menino. Meu namorado, menino também. Beijando.
Os devaneios sobre voltar, na verdade estão mais relacionados a querer sair de Curitiba. Estar enjoado de Curitiba está mais relacionado ao fato de eu estar sempre sozinho. Sozinho em relação a homem mesmo, não amigos ou, enfim, pessoas. Estou de férias da faculdade e, com tempo ocioso à noite, piro que queria namorar. Quando as aulas voltarem e eu não tiver mais tempo pra respirar de novo, voltarei a pirar que namorar não dá. O problema não é bem namorar ou não namorar, mas nunca estar com ninguém. Sabe como? Tipo sem uma expectativa, sem um pretendente, sem alguém em vista, sem um frio na barriga, sem um lance, sem um pegs, sem um pinto amigo. O que me faz pensar que eu não sei o que as pessoas fazem que eu não faço pra conhecer alguém (ns). Eu saio. Pego balada. Estou na faculdade. Conheço N pessoas. Até mesmo estou num site de relacionamento. E aí? E aí nada.
Esse devaneio me faz pensar que talvez eu ache que estou aberto a conhecer pessoas, mas que na verdade eu não estou. E por que não? Porque me apego fácil e não desapego nunca. E, olha, é sério. Se meu primeiro namorado aparecesse na minha frente hoje e falasse “volta comigo”, olha lá que eu voltaria. A gente terminou há quase três anos. Dia desses meio bêbado falei com ele no MSN coisas fofas. Ele saiu sem responder. Por quê? Porque ele é uma pessoa normal, ou seja, supera o fim de um namoro em menos de três anos. Se meu segundo namorado falasse a mesma coisa, eu MUITO voltaria com ele. Ele já está namorando de novo. Por quê? Porque ele é uma pessoa normal e consegue superar em seis meses o fim de um namoro que durou sete. Talvez este relato sirva pro meu futuro terapeuta, quando eu criar vergonha na cara e ir procurar um.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

A caça

Ok, ok, eu confesso: estou no manhunt.

Se algum heterossexual lesse esse blog (se alguém lesse esse blog), já explicaria: é um site de relacionamento para os homossexuais, como o nome já sugere. Assim, 97,2% procuram sexo e meu perfil está entre os 2,8% restantes. Quer dizer, looser pra caralho! Porque quem procura sexo acha e quem procura namorado obviamente não.
Mas eis que pensei: na balada que, quando eu ia, era o único lugar onde pegava meninos eu não vou achar namorado, então porque não me frustrar num lugar de caça diferente?
Mas eis que dou boas risadas, a saber:
O primeiro piá que adicionei no msn era soropositivo, mas tinha um sorriso conhecido como O Sorriso Mais Lindo do Mundo. E o nick dele era Positivo! Resolvi que sou open minded e que ia dar uma chance pra um amor repleto de dificuldades e superações. Mannnnssss, ele total me ignorou e ainda me bloqueou. Quer dizer, você resolve superar preconceitos e ainda é humilhado.
O segundo era um QUERIDO, fofo e faz psicologia. Mas mora no interior do Paraná e é feio de marré, marré: FAIL.
O terceiro era consultor da Natura. Gente: Consultor. Da. Natura. Isso já falava bastante sobre ele, mas ele resolveu falar um pouco mais. Veio com os papos de quem quer muitooooooooooo namorar: sou caseiro, romantico à moda antiga, não gosto de balada, ninguém quer nada sério hoje em dia... enfim, muitos bocejos. Olha, eu também to desesperado pra namorar, mas gente, limite. Excluí.
O terceiro e último (até agora) é todo bonitinho, tem um sorrisão também, mas adora torturar a língua portuguesa. Resolvi que tudo bem porque até aí uma amiga minha tá superfeliz com um cara que escreve "se" quando quer escrever "vc". Mas aí vem aquela pergunta básica "Faz o q?", ao que ele me responde: "sou torneiro mecânico". Torneiro. Mecânico. Uma outra amiga minha faz engenharia de materiais e logo corri a lhe perguntar whada fuck é um torneiro mecânico. Ela disse que é um serviço bruto, que mexe com graxa, mas que tudo bem porque o cara tem que "manjar da coisa". "Manjar da coisa" nem me atraiu muito, mas "serviço bruto" e "graxa" me instigaram bastante. Resolvi manter o contato. Nunca se sabe, porque né, a vida é uma caixinha de surpresas.

terça-feira, 8 de junho de 2010

A bicharada

Tava agora assistindo o MTV Debate, também conhecido como O Melhor Programa do Mundo.
Era um debate, a princípio, de tema "Parada Gay: Política ou Carnaval?"
Olha que só esse tema já daria um bom pano pra manga mas aí, óbvio, o debate se emaranhou pelos caminhos polêmicos da sexualidade e, pela primeira vez na televisão, vi os gays ficarem por cima (no pun intended) em absolutamente tudo.
Havia um vereador que se atropelou em seus comentários homofóbicos mas, tão inteligente, dizia não ter nada contra porque tem vários amigos gays. Aham, Claudia... "me dou muito bem com meu cabeleireiro e os gays do salão" e "porque o gay também é gente". Enfim, não há palavras que expliquem como foi assistir os homofóbicos (entre eles um homossexual) não terem um único argumento persuasivo pra defender uma única ideia e os ativistas terem todos os argumentos do mundo pra todas as questões do mundo. Sem falar do sargente Fernando Alcântara Figueiredo que deu dois depoimentos lindíssimos.

Enfim, bandeiras à parte, mas ainda sobre a homossexualidade - temática pouco abordada neste blog - tenho que registrar minha memória sobre a primeira festinha de Ciências Sociais na qual estive presente. Achava que a galera do Turismo era open minded, mas nems! Se no Turismo é tudo puta e viado, em ciências sociais são isso + dedo no cu (jargão deles próprios). É homem com homem o tempo todo, revesamento de beijo e esfregação na gorda carente sentada na cadeira. Enfim, mais uma vez não há palavras que descrevam.

Mais uma ideia que me ocorreu ontem na aula de História e que quero expor: tudo na vida é equilíbrio. E tudo tem limite.
Eu super não suporto o excesso de senso comum nas pessoas. É triste e até mesmo degradante. Agora o senso crítico em relação a absolutamente tudo é quase igualmente irritante. Resumindo, uma empresa X restaurou um patrimônio Y em Curitiba, que estava abandonado numa região meio degradada. Se você é puro senso comum você pensa: que boazinha que é a empresa X por restaurar o patrimônio Y. Se você tem equilíbrio na sua vida, você pensa: que bom q a empresa X fez isso com o patrimônio Y, pois assim a empresa X lucra e todos ganham com a restauração do patrimônio Y. Agora se você é a minha professora de História, que é puro senso crítico, você pensa: mas veja bem... essas coisas têm que ser muito bem pensadas... porque se a empresa X fez isso, algum interesse ela tem por trás da restauração do patrimônio Y e a gente não pode se deixar levar... tem-se que pensar a memória, a identidade e o patrimônio imaterial e se pensar em todos os motivos que a levaram a isso, porque é uma empresa e empresas visam lucros e por mais que a gente esteja inserido num sistema capitalista...............

Lições de hoje: tenham equilíbrio na vida e votem contra a homofobia no link abaixo:

https://www.naohomofobia.com.br/home/index.php

Bjundas!

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Enfim...

Veio pra curita um cara de floripa que pegay há quase três anos (MSN contacts) e ele me chamou pra sair e eu tomei um shot de absolut em casa e fui. Tomei uma garrafa de vinho com ele e fui pro hotel. Aí enfim matei minha saudade de chupar mas não deu pra dar porque o pau dele era grande* e grosso.

*Livro de Regras:
1. Um pau é pequeno quando tem menos de 14cm, médio entre 14,1 e 17cm, grande entre 17,1 e 20cm e gigante ou enorme acima de 20 cm.

Quer dizer, agora não sei se posso continuar reclamando por não fazer sexo há quase cinco meses porque o Livro de Regras também diz que só é sexo quando há penetração não bocal. Ou seja, somente via vagina pras meninas e via ânus pra vocês homossexuais.
Fato é que não gozei só com minnha querida mão direita. Mas isso foi há três dias, então já voltei a me masturbar regularmente.
Outro fato é que ele é bem mais velho, o que me deixa um pouco de cara com outra regra do Livro de Regras que diz: "você pode se relacionar com alguém mais velho, desde que não mais velho que um de seus progenitores". E minha mãe só tem 41!

Como eu gosto de estatísticas, um dado me chamou à atenção: após os rompimentos dos dois namoros sérios que tive, minha primeira experiência sexual foi com um catarina. Muito curioso se partirmos do pressuposto de que moro em Curitiba há mais de três anos e nunca transei com um curitibano.

No mais, recomendo os filmes Há tanto tempo que te amo, Coco [lê-se |cocô| mesmo e não |côco|) antes de Channel, Abraços Partidos e O golpista do ano (a genial tradução para "I Love You Philip Morris").

Gente, pode começar a me ligar de novo porque esse é meu último fim de semana antes da entrega do tcc desse semestre, o que quer dizer que semana que vem to na pixxxta de novo.

Beijos

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Papo Cabeça

Só mais um dia comum no msn com minha best, a Jana, quando a gente deveria estar escrevendo o TCC:

Tom diz:
*ai, gente
*eu tb
*c ta ligada q eu jurava q tinha estudado no ensino medio q o semen tinha frutose?
*q eh o mesmo açucar das frutas?
*e geral já riu de mim...
jana. diz:
*mas eh serio????
Tom diz:
*aih agora falando nisso, resolvi pesquisar, e dá um look nesse abstract:
*Resumo: Foram realizadas determinaçöes dos níveis de frutose no plasma seminal em 141 amostras de sêmen obtidas de homens clinicamente normais, cujas esposas estavam grávidas no momento da realizaçäo do exame. Também foram estudadas as correlaçöes entre os níveis de frutose no plasma seminal e idade do doador, número de espermatozóides/ml ou motilidade espermática. Os percentís 5§, 50§ (mediana e 95§ dos níveis de frutose foram, respectivamente, 121,4, 398,2 e 688,5 mg/100 ml. Por outro lado, näo se demonstrou correlaçäo entre os níveis de frutose e a idade do paciente, concentraçäo de espermatozódes ou motilidade espermática (AU)
*Considerações finais:
*quando o assunto é porra, nao teime com o Tom
jana. diz:
*ja se pode recomendar alem do leite materno, o leite paterno
*ahahahahahahahahaha
*neamm, expert
Tom diz:
*KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
*muito boa essa do leite
*HAHAHAHA
jana. diz:
*a que ponto chegamos!! como diz a pantera
*hahaha
Tom diz:
*O plasma seminal fornece um meio nutritivo e protegido para os espermatozóides durante as suas jornadas até o trato reprodutivo feminino. O ambiente normal da vagina é hostil para as células do esperma, já que ele é muito ácido (devido à produção de ácido lático da microflora), viscoso, e controlado por células imunes.
*Considerações:
*Favor dar preferência à ingestão de líquidos masculinos
jana. diz:
*sexo oral em mulheres: nao recomendado para pessoas com gastrite
Tom diz:
*HAHAHAHAHHAHA
*nova possibilidade de nutrição para populações africanas: masturbação
jana. diz:
*KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

*ai geeeeente
Tom diz:
*acho q vou colar essa nossa conversation no meu blog
*pra eternizar